Cooperativa de lixo de Salvador vende seu primeiro lote de recicláveis para a Europa
Salvador - Na década passada, quando o lixão do bairro de Canabrava, em Salvador, entulhava dejetos de várias partes da Região Metropolitana, mais de 700 catadores de lixo, entre adultos e crianças, buscavam naquele local objetos para reciclar e vender ou algo (às vezes até restos de comida) para consumo próprio. Um projeto elaborado pelo Centro de Estudos Socioambientais (Pangea) mudou a vida dessas pessoas.
Com financiamento da União Européia, o Pangea criou em 2003 a Cooperativa de Catadores Agentes Ecológicos de Canabrava (Caec). No último mês de novembro, seis anos após sua fundação, a instituição deu início a um processo inédito de comercialização com países europeus.
Em parceria com o Projeto de Apoio à Inserção Internacional de Pequenas e Médias Empresas Brasileiras (PAIIPME), a cooperativa enviou o primeiro lote de materiais recicláveis para a Europa, representando um impacto social positivo, já que o faturamento de 500 famílias de catadores apresentou elevação e estabilidade.
Para que boas notícias como essa continuem chegando e a Caec continue funcionando a todo vapor, ela conta com o apoio de empresas privadas, que doam seus resíduos recicláveis não contaminantes para serem beneficiados e vendidos para as indústrias de reciclagem. Cientes disso, não poderíamos deixar de contribuir também”, afirma a gerente de Qualidade da Motiva Máquinas, Rosiane Batista.
Com financiamento da União Européia, o Pangea criou em 2003 a Cooperativa de Catadores Agentes Ecológicos de Canabrava (Caec). No último mês de novembro, seis anos após sua fundação, a instituição deu início a um processo inédito de comercialização com países europeus.
Em parceria com o Projeto de Apoio à Inserção Internacional de Pequenas e Médias Empresas Brasileiras (PAIIPME), a cooperativa enviou o primeiro lote de materiais recicláveis para a Europa, representando um impacto social positivo, já que o faturamento de 500 famílias de catadores apresentou elevação e estabilidade.
Para que boas notícias como essa continuem chegando e a Caec continue funcionando a todo vapor, ela conta com o apoio de empresas privadas, que doam seus resíduos recicláveis não contaminantes para serem beneficiados e vendidos para as indústrias de reciclagem. Cientes disso, não poderíamos deixar de contribuir também”, afirma a gerente de Qualidade da Motiva Máquinas, Rosiane Batista.
